Friday, June 22, 2012

Creative Sound Blaster X-Fi XtremeGamer Fatal1ty Pro Series Sound Card ( 70SB046A00000 ) Cool Features

Creative Sound Blaster X-Fi XtremeGamer Fatal1ty Pro Series Sound Card ( 70SB046A00000 )


Creative Sound Blaster X-Fi XtremeGamer Fatal1ty Pro Series Sound Card ( 70SB046A00000 )
Designed to meet the performance demands of the worlds best-known professional gamer, Johnathan Fatal1ty Wendel, the Sound Blaster X-Fi Fatal1ty FPS sound card provides stunning 109dB SNR audio quality, accelerates gaming performance and includes 64MB of on-board X-RAM for high performance gaming. With support for EAX ADVANCED HD 5.0, the latest version of the EAX Environmental Audio standard, the Sound Blaster X-Fi Fatal1ty FPS card utilizes X-Fi CMSS 3D technology for stunning audio realism ov Read More >>


List Price: $ 149.99






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  • Device Type - Sound card
  • Localization - English
  • Signal Processor/Chipset Vendor - Intel, AMD
  • Audio Output - 24-bit



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Tuesday, June 19, 2012

Special Prices Creative Labs Sound Blaster CT4500 16-bit AWE64 ISA Sound Audio Card

Creative Labs Sound Blaster CT4500 16-bit AWE64 ISA Sound Audio Card


Creative Labs Sound Blaster CT4500 16-bit AWE64 ISA Sound Audio Card
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List Price: $ 29.99






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  • Shipping on this item is on a per item basis even if shipped with others items in the same package.
  • 16 bit
  • Line In, Mic In, Line Out, Speaker Out, Joystick Gameport
  • May not work on newer computers
  • Does not include IDE port on card



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Ute Lemper ou a natureza teatral


Pela sua exuberância, tecida de sofisticação e elegância, Ute Lemper é uma daquelas personalidades que pode evocar um rótulo clássico: uma força da natureza. Assim é, de facto. Mas a sua naturalidade em nada contraria — bem pelo contrário, parece atrair — uma elaboradíssima teatralidade.
Assim voltou a ser no magnífico concerto de domingo, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian. Com a Orquestra Gulbenkian, dirigida por Lawrence Foster, Lemper propôs uma digressão Berlim/Paris em que as memórias germânicas (Weill/Brecht) se envolveram com as deambulações francófonas (Brel, Piaf), para desembocarem no espectáculo made in USA, via John Kander (Cabaret, All That Jazz). O concerto conseguiu ser, assim, uma ilustração perfeita da frondosa pluralidade da arte de Lemper e também, afinal, dos muitos cruzamentos temáticos, estéticos e simbólicos que esta temporada 2010/11, delineada por Risto Nieminen, tem sabido promover.
Em cada tema que interpreta, Ute Lemper convoca uma personagem que é a figura ficcional que o tema impõe, mas também uma espécie de alter-ego que dela se distancia, fruindo, desmontando e relançando todos os seus artifícios (hélas!, não é impunentemente que se convoca Brecht). E foi muito bom sentir o maestro e os músicos a participar nesse jogo de máscaras e emoções — afinal de contas, as ironias do entertainment são coisas muito sérias.

Friday, June 15, 2012

Uma noite na avenida (agora em imagens)

Fotos: Bernardo Sousa de Macedo

Aqui ficam três imagens de alguns do concertos do primeiro dia do Super Bock em Stock de 2010. Em sequência, fotos das actuações de Owen Pallett, Kele e Wavves. Os dois primeiros no palco do Tivoli. Os terceiros a fechar a noite na Garagem no Marquês de Pombal.

Monday, June 11, 2012

O baile passa hoje por Lisboa


É hoje. O Pavilhão Atlântico, em Lisboa, recebe a Monster Ball Tour de Lady Gaga. Pensando na multidão de vezes em que se pergunta se é a “nova” Madonna (não sou partidário dessa ideia, fique já bem claro), aqui fica uma reflexão publicada na edição de hoje do DN.

Friday, June 8, 2012

Globos de Ouro 2010: entre 'A Rede Social' e 'Glee'


Já houve distinções ao filme do último ano, mas a verdadeira temporada de atribuição de prémios que precedem a entrega dos Óscares começou oficialmente esta madrugada em Los Angeles, com o filme A Rede Social, de David Fincher e a série televisiva Glee a triunfar em mais uma edição dos Globos de Ouro. O filme The Kings Speech, que partia com sete nomeações, acabou apenas por triunfar na categoria de Melhor Actor (Drama), distinguindo assim a interpretação de Colin Firth.
Glee triunfou uma vez mais como melhor série de musical ou comédia, com prémios de interpretação atribuídos a Chris Colfer (que veste a pele de Kurt) e Jane Lynch (Sue Sylvester).
Na distribuição final dos números, A Rede Social somou quatro Globos de Ouro, Glee três e Boardwalk Empire, Os Miúdos Estão Bem e The Fighter triunfaram em duas categorias.

Aqui fica uma lista completa dos vencedores dos Globos de Ouro de 2010:

Cinema:
Melhor Filme (drama): ‘A Rede Social’
Melhor Filme (musical ou comédia): ‘Os Miúdos Estão Bem’
Melhor Realizador: David Fincher (‘A Rede Social’)
Melhor Actor (drama): Colin Firth (‘The King’s Speech’)
Melhor Actriz (drama): Natalie Portman (‘Cisne Negro’)
Melhor Actor (musical ou comédia): ‘Barney’s Version’)
Melhor Actriz (musical ou comédia): Anette Benning (‘Os Miúdos Estão Bem’)
Melhor Actor Secundário: Christian Bale (‘The Fighter’)
Melhor Actriz Secundária: Melissa Leo (‘The Fighter’)
Melhor Filme de Animação: ‘Toy Story 3’
Melhor Argumento: Aaron Sorkin (‘A Rede Social’)
Melhor Canção Original: ‘You Haven’t Seen The Last Of Me’ (‘Burlesque’)
Melhor Banda Sonora Original: Trent Reznor e Atticus Ross (‘A Rede Social’).


Televisão:
Melhor Série (drama): ‘Boardwalk Empire’
Melhor Série (musical ou comédia): ‘Glee’
Melhor mini-Série ou Telefilme: ‘Carlos’
Melhor Actor (drama): Steve Buscemi (‘Boardwalk Empire’)
Melhor Actor (musical ou comédia): Jim Parsons (‘The Big Bang Theory’)
Melhor Actor (mini-série ou telefilme): Al Pacino (‘You Don’t Know Jack’)
Melhor Actor Secundário: Chris Colfer (‘Glee’)
Melhor Actriz: Katey Sagal (‘Sons Of Anarchy’)
Melhor Actriz (musical ou comédia): Laura Linney (‘The Big C’)
Melhor Actriz (mini-série ou telefilme): Claire Danes (‘Temple Grandin’)
Melhor Actriz Secundária: Jane Lynch (‘Glee’)

Monday, June 4, 2012

Sherlock Holmes segundo a BBC


O herói de Conan Doyle em Londres, século XXI? Com computadores e telemóveis? A BBC mostra que é possível. E com brilhantismo — este texto integrava uma crónica de televisão publicada no Diário de Notícias (14 de Janeiro).

Dos três episódios de 90 minutos que constituem a série Sherlock, com chancela da BBC, apenas tive possibilidade de ver o último. Ainda assim, não queria deixar de registar a sua passagem na RTP2: creio que estamos perante um caso modelar de reconversão da personagem clássica, criada por Arthur Conan Doyle, “forçando-a” a encaixar num mundo em que as mais sofisticadas investigações policiais se processam em cenários naturais e na Net, entre computadores e telemóveis.
Não se trata de um banal processo de modernização, mas sim de uma integração (no nosso presente) em que prevalece um fascinante primitivismo intelectual: dos cenários às roupas, os novos Sherlock Holmes e John Watson parecem existir num limbo simbólico em que o gosto de pensar não foi anulado pelas vertigens da tecnologia. Trunfos fundamentais para tal efeito são as interpretações de Benedict Cumberbatch (Holmes) e Martin Freeman (Watson), figuras de deliciosa e desconcertante teatralidade à procura de um lugar num universo que, afinal, não sabe dispensar os seus talentos.
E quando se fala em produto popular, típico de canais generalistas, vale a pena referir alguns dados muito objectivos: na BBC1 e BBC3, as primeiras emissões de Sherlock começaram entre as 19h30 e as 21h00. Elementar, meu caro Watson.